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O que essa moçada tem na cabeça?

Relato de uma experiência: durante quatro meses, vinte estudantes de arquitetura desenharam livremente. No final, um terço dos desenhos giraram em torno de uma mesma referência cultural. Adivinhe que referência é essa.

Galeria Urban Arts

A Urban Arts é uma galeria virtual criada pelo casal André Diniz e Camila Espinosa. Em operação desde maio de 2009, a galeria divulga e comercializa trabalhos e produtos desenvolvidos por artistas, ilustradores e designers. Além de possuir uma linha de produtos exclusivos, a galeria também disponibiliza coleções de outras marcas. No acervo pode ser encontrado desde adesivos de parede a quadros, posters, eco bags, toy arts e acessórios. E variedade é o que não falta, alguns trazem figuras da música, outros personagens do cinema, comics, moda, oriental. E essa variedade é garantida porque mensalmente novos artistas e designers passam a fazer parte da Urban Arts.

Vinho e design? Harmoniza sim.

Que o design está cada vez mais comum é um fato indiscutível, como isso está acontecendo, pode ser alvo, sim, de debates. Muitos dos profissionais reclamam (e com razão) sobre a ignorância (no real sentido de falta de saber) das pessoas que não são da área. Quem fala de "fazer designer", de cliente que não confia no profissional (e dá-lhe alteração porque ele não gosta "daquela cor"), e pior, das pessoas que literalmente não sabem nem o que é design!

Sinto, penso, logo…desenho…

O design é uma atividade interdisciplinar que envolve diversos campos do conhecimento. O design estabelece relações com a ciência e, originalmente, com a arte. Encontra-se entre a razão e a emoção. Se analisarmos a história do design moderno e contemporâneo, veremos que em diversos momentos surgem polaridades ideológicas que confrontam, de certa maneira, concepções racionalistas com concepções não tão racionalistas assim.

Empreendedor por natureza

Ser empreendedor é uma característica inerente, própria de quem ousa e está pronto para assumir riscos. No Brasil, vemos que o empreendedorismo ainda carrega alguns estigmas, muitas vezes relacionado ao "jeitinho" brasileiro, à falta de emprego ou como única opção para quem não tem muita formação técnica. A boa notícia é que este panorama já está ultrapassado há tempos. Melhor notícia ainda é que, pela primeira vez desde que analisam a situação no Brasil, inverteu-se a proporção entre empreendedores por necessidade e por oportunidade. Em pesquisa divulgada pelo SEBRAE (GEM 2008 - Global Entrepreneurship Monitor), para cada brasileiro que empreende por necessidade existem dois que empreendem por oportunidade. Isso revela uma melhora no nível de empresas que surgem no país, cada vez mais profissionalizadas, estruturadas e prontas para dar certo.