“Eu sempre me senti atraído por coisas velhas gastas, aflitas e esquecidas. Muitos dos sinais que eu fotografei são virtualmente invisíveis para a maior parte das pessoas. Elas passam por eles todos os dias, mas não o enxergam realmente. Suas cores se apagaram, suas pinturas estão descascando e eles não podem competir com todas as coisas novas, brilhantes em volta deles”.

Esse trecho foi publicado no site do fotógrafo Marc Shur para explicar o motivo pelo qual ele tem os sinais e placas como objetos das suas imagens. Em seu ponto de vista, esses sinais contam histórias e podem contar de um jeito que placas como a do WalMart e Taco Bell não podem fazer.

“Eles foram uma vez, por si próprios, trabalhos de artes feitos por designers como eu. Eles foram marcos e guideposts prometendo uma cerveja gelada, uma boa refeição ou até um tempo bom. Eles ajudaram a definir uma rua, uma vizinhança e uma era. Eles tinham poder. Como um fotógrafo, eu quero dar a eles uma segunda vida, tirá-los do passado e elevá-los, uma vez mais, para um lugar de distinção e mesmo grandeza”, completou.

Ele ainda diz que ao fotografar os sinais e placas trabalha com um senso de hiper-realismo e um toque gráfico para que os objetos pareçam maiores e mais importantes do que na vida real. “Eu quero que as pessoas vejam as cores e detalhes como se estivessem somente alguns passos de distância”, conclui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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