ABCDESIGN > MATÉRIA-PRIMA DA CRIATIVIDADE

A empresa inglesa de construção de sites Basekit lançou uma campanha na última segunda-feira, dia 23/04, de conscientização de clientes e reflexão dos designers sobre seus direitos como profissionais, seja na área gráfica ou de web.  A campanha “10 direitos dos designers” é a divulgação de dez imagens de designers da Pantone, segurando uma placa com um dos direitos nas redes sociais – Facebook, Twitter e Pinterest.

Três fotos foram publicadas por dia desde o início da campanha que acaba amanhã, 26/04, com a publicação do décimo direito. “Este trabalho de conscientização dos direitos dos designers é importante para que aconteça uma relação saudável entre freelancers e clientes. Estabelecendo regras claras, com certeza, a relação fica mais harmoniosa e sinérgica para todos”, disse Roberto Chilvarguer, diretor-geral da BaseKit no Brasil.

Para acompanhar a campanha e saber mais sobre cada um dos direitos é só acessar o link: http://www.basekit.com.br/centro-aprendizagem/10-direitos-dos-designers

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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2 Comentários

  1. Se a mesma campanha da empresa (versao em espanhol) já ñ tivesse rodado por TODO facebook desde o inicio deste mês, talvez a versao em portugues fizesse mais sucesso. O reaproveitamento da mesma campanha em outro lugar ñ favoreceu em nada isso :/ Poderiam pelo menos fazer a versao em um ambiente brasileiro, reaproveitamento as imagens também achei falta de criatividade , o conceito do uso da imagem do Pantone super legal…

  2. Pedro Maciel disse:

    A maior parte é bem básica. Apóio a iniciativa, mas na parte onde diz “Limitar número de ajustes e revisões no projeto”, não concordo. No início de um projeto, define-se metas, objetivos, prazos. Discute-se o que ambos clientes e designer consideram como “Trabalho Concluído”.

    Se isso for bem definido logo no início e o designer souber defender seu trabalho no final, as alterações que vierem teram que passar pelo seguinte filtro: Está dentro do escopo? As alterações devem também passar pelo crivo da razão e da argumentação.

    Se as alterações estão do escopo, não são argumentadas ou são de coisas que já foram previamente aprovadas, cabe ao designer cobrar pela mesma. Caso não, devemos ser humildes e aceitar que a alteração é justa.

    Limitar o trabalho por número de alterações só prova o quão incapaz você foi de satisfazer o seu cliente. E se as alterações são injustas, simplesmente cobre por elas. Se ele não aceitar, dá no mesmo que limitar o número de alterações. Mas da primeira forma fica parecendo que você tramou uma armadilha jurídica contra ele. Ele pode pensar: “Assim fica fácil né campeão? Faz qualquer merda, limita em 2 alterações”.

    Um lema que carrego comigo é: 1/3 do tempo trabalhando, 2/3 desenvolvendo uma apresentação que justifique esse trabalho.

    O objetivo de um cliente muito dificilmente é ferrar sua vida. Ele só quer um trabalho bem feito e infelizmente muitos designers falham em entregar isto OU defender bem seu processo criativo, explicar cada etapa do desenvolvimento e cada parte de seu trabalho e depois fazem memes na internet que acaba proliferando a idéia de que clientes são todos uns escrotos.

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