Antes de encontrar a fotografia como fonte de renda, o japonês Tomohide Ikeya trabalhou como chefe de um restaurante italiano durante sete anos. Após esse período, conseguiu um emprego como assistente de fotógrafo por dois anos, o que serviu de passaporte para Ikeya iniciar sua carreira como freelancer, em 2002.

O fotografo japonês é dono de um vasto portfólio em que tenta explorar a água em todas as suas formas. Em um de seus últimos ensaios, Ikeya leva o corpo humano ao extremo.O nome dado ao trabalho é Breath – respirar, em português. Com esse projeto, ele busca questionar sua audiência com perguntas profundas e, ao mesmo tempo, simples: Quais são as coisas que você deveria saber o valor, segurar e controlar? E qual é a coisa mais necessária na sua vida?

Na sinopse – bem filosofal – feita para descrever sua ideia, ele diz que “embora respiremos inconscientemente em nossas vidas ordinárias, não é fácil respirar embaixo da água. Perdendo o ar que precisamos para viver, estando incapazes para respirar, sendo controlados pela água, nós encontramos o verdadeiro significado das coisas que sempre existiram a nossa volta, no momento em que as perdemos. Algumas pessoas aceitam isso, controlam e esperam pelo fim chegar… Os outros são sedentos pela vida, lutando contra isso e tentando controlar eles mesmos. Este é o contraste de se manter vivo, o que aparece claramente embaixo da água”.

 

 

 

 

 

 

 

Compartilhe: