A beleza está nos olhos de quem vê e depende também de onde ele vê. O trabalho de trompe l’oiel do francês Georges Rousse mexe bem com essas duas ideias. Como um bom fotógrafo, Rousse encontra numa determinada cena a beleza, mas como bom artista interfere e entrega o seu ponto de vista para o observador. O que parecem intervenções com Photohop nas fotos na verdade são instalações cuidadosamente planejadas. Ficam quase parecendo portais para uma realidade alternativa…

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