Vamos começar uma série de entrevistas com os designers que vão participar do próximo TMDG (que ainda está sem data definida), em Mar del Plata (Argentina). O primeiro estúdio que entramos em contato foi o Human Empire, de Hamburgo, na Alemanha. Formado por Jan Krause, Malte Kaun e Wiebke Schultz, o estúdio está trabalhando desde 2004. São profissionais jovens e que fazem de tudo um pouco, passando por identidades, promoções, catálogos, capas de CD, web e claro, projetos de arte e exposições.

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Capa para a compilação da Morr (selo alemão)

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Parte de trás da capa do disco acima

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Mais um disco de compilação do selo, para o qual o Human Empire também fez o site

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Capa do disco de Storyfoam & Fat John

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CD Eletric President

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Banda alamã The Horror The Horror

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Site infantil BuehneBumm

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Cartaz para o festival de quadrinhos de Hamburg

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Cartazes para Nouveua Casino de Paris 1

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Cartazes para Nouveua Casino de Paris 2

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Cartazes para Nouveua Casino de Paris 3

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Poster "Massage Maker" feito para a exibição "Nós vemos o mundo em preto e branco"

Entramos em contato com o pessoal lá para saber qual é a expectativa deles para com o evento, e também um pouco da forma de eles trabalharem. No entanto, logo que os contactamos, Krause avisou que eles não poderiam ir mais ao TMDG, porque “vamos ter um bebê começo de outubro” (fala do próprio Jan) ou seja, com a vinda do filho de Krause, não vamos poder conferir o Human Empire no TMDG!

Uma pena, porque pelo estilo do trabalho, iam sair coisas ideias bem interessantes da palestra. Mesmo assim, eles respoderam a entrevista e vale a pena conhecer o trabalho dos caras.

abc – Vocês tem um estilo claramente divertido, colorido. Como você chegaram a essa estética?

Jan Krause – É uma combinação de nossos diferentes estilos e das nossas muitas influências. Algumas dessas coisas são da nossa infância (anos 70), mas também formas orgânicas, personagens japoneses, tipografia retrô, design clean e simples da escandinávia e suíça, etc. Também tentamos desenvolver o nosso próprio mundo que é melhor e mais amigável fo que o verdadeiro. É como um sonho ingênuo que para nós é muito necessário porque somos um pouco sensíveis demais.

abc – Como manter a criatividade sempre viva?

JK – Andar a vida com olhos aberto e ficar interessado em tudo que é visual.

abc – Qual a melhor música para se trabalhar?

JK – Eu não escuto música porque sou muito concentrado. Para mim, geralmente não é aquela concentração relaxada clichê dos artista, é mais uma forte concentração inquieta em que eu fico trabalhando e explorando.

abc – Bom design é…

JK – a habilidade de transformar emoções ou uma identidade em algo a mais que você mostra visualmente ou em um produto, considerando usabilidade e funcionalidade.

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