Gráfico

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Entrevista – Human Empire

Vamos começar uma série de entrevistas com os designers que vão participar do próximo TMDG (que ainda está sem data definida), em Mar del Plata (Argentina). O primeiro que entramos em contato foi o Human Empire, de Hamburgo, na Alemanha. Formado por Jan Krause, Malte Kaun eWiebke Schultz, o estúdio está em trabalho desde 2004. Como a maioria dos estúdios, são caras novos que fazem de tudo, passando identidades, promoções, catálogos, capas de CD, web e claro, projetos de arte e exposições.
Gustavo Lassala (São Paulo)

Cartazes do 23° Prêmio Museu da Casa Brasileira

Anualmente o Museu da casa Brasileira realiza um concurso de cartazes para o que é o mais antigo prêmio de design do Brasil. Além do vencedor - que faz também toda a programação visual do evento - outros seis selecionados integram uma exposição junto aos produtos premiados.
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O pai dos pictogramas

Eu não sei porque, mas eu adoro pictogramas... lendo o blog do (grande!!) Steven Heller, descobri que o pai destes símbolos são Otto Neurath. Foi ele quem criou o ISOTYPE (Sistema Internacional de Educação Tipográfica e Visual). Seu objetivo era ilustrar, quantificar e esclarecer questões mundiais assim ao criar imagens com liguagens universais.
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parece delicioso, mas é muito feio

"Andando" pelos blogs por aí, (o Dahmer sempre tem dicas boas) encontrei este link aqui para uma página (acho que) em alemão que mostra imagens de embalagens x realidade. Claro que é uma decepção só! Afinal, aquele Big Mac da propaganda nada tem a ver com aquele sanduíche todo desmontando que você recebe.
Identidade e sistema de sinalização para os metrôs de Buenos Aires, ou "Subtes", como lá os chamam

O design e a cidade

Mariana Di Addario Guimarães - Há quase 40 anos que o Estúdio Diseño Shakespear vem marcando o “caminho” da história do design argentino. O nome do escritório vem de seu fundador, Ronald Shakespear. Em seu currículo, mais de 1.500 marcas e uma vasta experiência com design urbano.
Rogério Duarte

Brasil em cartaz

A Exposição em Chaumont, a conhecida "cidade dos cartazes", encerra o ano do Brasil na França e mostra as artes gráficas brasileiras em um lugar privilegiado. No ano de 1906, Gustavo Dutailly, deputado de Haute Marne - unidade francesa equivalente a um estado brasileiro -, doou à Biblioteca Municipal da cidade de Chaumont cerca de 10 mil documentos entre livros, jornais e gravuras, além de uma invejável coleção de cinco mil cartazes litográficos, muitos deles ilustrados por mestres como Toulouse-Lautrec, Grasset, Chéret e Bonnard.